Ordenamento do Territorio das DOTVAENT a Rio de Janeiro, projeto PRODOC (UNESCO-IPHAN) para as Paisagens Cariocas

A planificação sustentável aposta por um território pensado dês do lugar e de seus condicionantes, desde o "locus" e não dês da pretendida racionalidade da geometria e da implantação de modelos exógenos.

A sustentabilidade dos modelos territoriais dependem de alguns princípios básicos que analisamos em um Decálogo para nossas intervenções:

1. Rever o quadro político e legislativo e propor novos modelos adaptados às exigências para corrigir desvios derivados de modelos atuais

2. Trabalhar a partir do entendimento morfoestruturais e da lógica do lugar na definição dos sistemas, estruturas territoriais e urbanas através dos conceitos de morfologia, tipologia, redes e centralidades

3. Definir modelos de crescimento, mas, acima de tudo, de transformação "sustentável" que sirvam base para projetos e programas e territoriais e urbanos.

4. Pensando no transporte e mobilidade sustentável desde uma lógica urbanística e territorial, e não a partir de uma lógica setorial.

5. Garantir a sustentabilidade das infraestruturas e serviços como elementos básicos de desenvolvimento, mas de uma lógica econômica, social e territorial éticas e viável.

6. Promover a flexibilidade e racionalidade dos equipamentos em sua distribuição e extensão obedecendo às mudanças sociais,, econômicas e ambientais

7. Assumir a importância de uma correta articulação da participação da sociedade nos processos de planificação e de definição destes modelos através das estruturas da sociedade civil que é necessário promover e potenciar.

8. Apoiar-se no uso sistemático das Tecnologias da Informação e da Comunicação que podem contribuir e estão contribuindo com interessantes possibilidades para a mudança do modelo e do paradigma ambiental, para a melhora da eficácia dos procedimentos mais ineficientes, e para a definição do equilibro global - local.

9. Potenciar a qualidade, diversidade e pluralidade do patrimônio natural e do patrimônio cultural, não só o l de excelência mas também aquele que e testemunha das culturas e dos lugares e que identifica as paisagens, através de uma proteção ativa e não só administrativa (passiva) dos mesmos.

10. Propor, em definitiva, modelos de ordenação territorial e urbanística inovadores, flexíveis e imaginativos de fácil gestão e y execução, de alto grau de consenso e que integrem as tecnologias e os modelos orientados a um desenvolvimento sustentável

Ian Mc Harg, Design With Nature, Paisagismo Ecológico até uma metodologia pensada desde e para a Paisagem

Há 40 anos, em 1967, Ian McHarg publicou o texto mais influente do planejamento verde, Design with Nature. Mc Harg exigiu uma estreita prontidão para a natureza, 20 anos antes da disseminação da ideia de desenvolvimento sustentável, e ofereceu um método de análise para ligar a forma da paisagem com o uso da terra, a Análise de Adequação da Terra, um verdadeiro instrumento de gestão territorial. A técnica básica foi o mapeamento de sobreposição, que estrutura o conhecimento sobre o espaço.
Mc Harg começa com o censo dos ecossistemas, descrevendo processos naturais e os fatores limitantes da transformação da paisagem, identifica os elementos ou processos que trazem valores e determina os limites e o tempo de transformação. A capacidade e a fragilidade dos ecossistemas, adequação de cada área para cada uso possível procurando a "utilidade social máxima“ e os limites críticos, pelos impactos, ou áreas a serem conservadas. Isso estabelece uma ligação entre a natureza dos solos e das diversas áreas do território e as possíveis atividades ou usos. Tudo isso como uma ferramenta para tomar as decisões certas.

Ordenamento do Território

1. Patrimônio Cultural: Paisagens Cariocas: Patrimônio Cultural da Humanidade, Projeto PRODOC 4018, UNESCO-IPHAN; Projeto de Restauração do Casarão de Santa Luzia, Belo Horizonte; Intervenção nos Jardins do Museu Histórico Abilio Barreto, Belo Horizonte; Direção e Coordenação da Estratégia para o Caminho de Santiago Castilla y León; Plano Diretor das Fortificações Trasfronterizas do Baixo Minho; Mapa Histórico Digital de Belo Horizonte; Exposição URBS IBEROAMERICANA

2. Planejamento Regional: estratégico, setorial e territorial. Direção e Coordenação do PRT (Plano Regional de Âmbito Territorial) de Desenvolvimento Sustentável do Destino Turístico de San Glorio; Assistência técnica para a elaboração do documento final do PRT (Plano Regional de Âmbito Territorial) da Vale do Douro; Direção e Coordenação do PRT Vale do Douro (Plano Regional de Âmbito Territorial da Vale do Douro); Projeto Regional "Centro de Lazer em Montealegre de Campos"; Plano Regional de Desenvolvimento Industrial do Entorno de Valladolid (Canal de Castela); Plano Regional do Âmbito Territorial para o desenvolvimento de um Parque Tecnológico em Burgos; Plano Regional do Território para o desenvolvimento da área industrial (plataforma logística), em Miranda de Ebro; Projeto Regional de Âmbito Territorial para o Tratamento de Resíduos do Centro Provincial de Salamanca; Diretrizes de Ordenamento do Territorio de Zamora; Directrices de Ordenación del Territorio de Palencia; Directrices de Ordenación del Territorio de Segovia; Diretrizes de Ordenamento do Territorio da província de Salamanca;   Diretrizes de Ordenamento do Território de Valladolid e Entorno, DOTVAENT;...

Também na área ambiental, sempre na escala territorial, e baseados no paradigma da paisagem, com trabalhos como: Diretor e coordenador do Plano Diretor do Parque Municipal Américo Rennê Giannetti; Diretor da Reabilitação dos Jardins do Museu Histórico Abilio Barreto, MHAB, Prefeitura de Belo Horizonte, Brasil; Relatório sobre a Experiência em planejamento territorial e da paisagem em Castela e Leão; Relatório sobe Laat de 43 Kv por Abadía Retuerta imobiliário e da condição da paisagem; Estudo sobre "Paisagens da Vinha" para o programa INTERREG; Relatório sobre ordenação do território e da paisagem em Castilla y Leon com o Atlas de paisagens de CLM
 

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