Nossa Equipe Terysos do Brasil      curriculum

Entrevista a Ribeiro Telles em Lisboa, 2009
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Rafael Brito
José Antonio
Hoyuela Jayo

 

 

Doutor e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Valladolid, com a tese HISPANICA URBS BRASILIARUM, ainda inedita. Graduado em Arquitectura pela Universidad de Valladolid (1994), titulo de Arquiteto e Urbanista revalidado pela UFMG (2015). Atualmente é diretor - TERYSOS DO BRASIL, LTDA. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projeto do Espaço Urbano, atuando principalmente nos seguintes temas: sig sistemas de informações geográficas, plano diretor, convenção europeia da paisagem, sutentabilidade e planejamento. Arquiteto Sênior, desde 1994, conta com a experiência de 20 anos na profissão.

 

Especialista Técnico de Gestão Urbana e da Fundação San Pablo CEU. É Especialista em Planejamento Urbano, Territorial e Estratégico. E também especialista em desenho gráfico, Sistemas de Informação Geográfica SIG, cartografia e com grande experiência na sua aplicação à Planificação Geral e Planificação Regional. Essa visão Tecnológica e ao mesmo tempo de Planejamento, com sua experiência na docência em Planejamento Sustentável e Infraestruturas de Dados Espaciais, IDE compõem a sua maior colaboração ao conhecimento do território, da cidade, da cultura, do patrimônio (material e imaterial), do meio ambiente (mesmo na área de riscos naturais e antrópicos) e da paisagem (como elementos de sínteSE). Membro de ICOMOS Brasil (nº 18007 Bra).

Comisario da exposição URBS IBEROAMERICANA e promotor do projeto Brasil Hispâniico projeto em andamento na Lei Rouanet. Membro da Comissão especial de Geomática do Conselho Superior Geográfico, IDEE. Membro de ICOMOS Brasil e dos comités científicos de Fortificações, Mudanças Climáticas, Paisagens Culturais e secretario do comité científico de Cidades e Vilas Historicas.

Membro da Associação Espanhola de Paisagistas. Dirigiu durante seis anos os cursos de Infraestruturas de Dados Espaciais da UIMP, no campus de Cuenca, Espanha. Hoy dirige el proyecto Brasil Hispánico en el marco de la Ley Rouanet. Antonio Hoyuela também é Diretor da iniciativa ECOINNO, Ecología e Innovación.

De 2017 a 2020, trabalhei como consultor da UNESCO no projeto PRODOC4018, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Iphan. Pesquisamos e desenhamos novos e inovadores instrumentos para a Ordenação e para a Gestão Compartilhada do Patrimônio Cultural Brasileiro, no contexto da paisagem cultural chancelada pela UNESCO, do desenvolvimento sustentável e do combate as mudanças climáticas. Os trabalhos incluem o aprimoramento da gestão de bens tombados nacionais, entre os quais 20 no Rio de Janeiro, com especial foco nos âmbitos da Lagoa Rodrigo de Freitas, São Conrado e Jacarepaguá, e também na Floresta da Tijuca e nas Paisagens Cariocas. A ideia é aquela de entender o patrimônio cultural no território e na paisagem, pensar a sua preservação, desde a conservação e desde sua requalificação, e como um importante vetor para o desenvolvimento sustentável do Brasil. O trabalho propõe instrumentos legais, normativos (portarias, minutas, diretrizes...) e também soluções naturais e culturais baseadas no uso da paisagem, e na priorização dos serviços ecosistémicos, das infraestruturas verdes, e na requalificação do espaço público e a integração da natureza. O objetivo da proposta de pesquisa era desenvolver instrumentos para reforçar a qualidade da paisagem, integrar as políticas públicas, pensar a multiplas escalas, ao tempo que reforçam a identidade, os valores simbólicos, e sirvam como motor do desenvolvimento social, ambiental e económico do país.

Trabalhei e colaborei com as secretarias municipais de meio ambiente (SMAC) e urbanismo (SURB), com o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade e o Instituto Pereira Pasos e com as secretarias estaduais de cultura (INEPAC) e de meio ambiente (INEA), entre muitos outros. agentes, participantes dos comitês gestores da Paisagem Carioca e do Parque Nacional da Floresta da Tijuca.

Entrevista a Jaime Lerner, 2011

Carlos Fernando
De Moura Delphim

 

 

Engenheiro-arquiteto pela UFMG, contratado em 1977 para restaurar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde permaneceu até 1985, foi pioneiro na defesa dos jardins históricos no Brasil, passando a tratá-los como bens culturais segundo as normas internacionais de preservação. Criador do Programa Jardins Históricos na Fundação Nacional Pró-Memória (1985-1990), é autor do primeiro manual de intervenções em jardins históricos no Brasil. Foi membro-suplente da Comissão O Homem e a Biosfera da UNESCO e Conselheiro-Titular decano no Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA como Representante do Ministério da Cultura.

 

Emitiu pareceres sobre inclusão de paisagens na Lista de Patrimônio Mundial da Unesco, como as florestas tropicais úmidas de Queensland, Austrália, adotado como a posição oficial do Brasil. Atualmente é encarregado de elaborar parecer sobre a inscrição do Rio de Janeiro nessa lista, na qualidade de paisagem cultural. Trabalhou como Coordenador Departamento de Proteção do IPHAN-RJ, Brasília, DF, responsável pelo patrimônio arqueológico e pelos bens culturais tombados em nível federal, sendo atualmente assessor da direção do IPHAN no Rio.

 

É professor convidado da UNB em Brasília e da Universidade Católica de Goiânia.Suas atividades profissionais desde 1977, compreendem projetos e planejamento para manejo e preservação de sítios de valor paisagístico, histórico, natural, paleontológico e arqueológico em diversas cidades brasileiras desde 1977. Entre seu projetos destacam-se: Restauração do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Memorial da América Latina em São Paulo, Jardim Botânico de Brasília, Jardins do Brasil The International Garden and Greenery Exposition em Osaka, Japão, e o Superior Tribunal de Justiça em Brasília.

Rafael Brito
 
 
Graduado em agronomia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Experiência na área de mapeamento de uso e ocupação da terra, hidrografia, paisagismo, jardins históricos e arborização urbana com ênfase em Sensoriamento Remoto da Vegetação e Interpretação/Análise de Imagens. Possui experiência profissional como analista de geoprocessamento no projeto de criação da plataforma do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e tutor a distância no programa de Capacitação para o CAR. Mestre em agronomia/ fitotecnia com ênfase em paisagismo também pela UFLA. Linha de pesquisa: Jardins Históricos na Estrada Real. Atualmente é aluno de doutorado na modalidade duplo diploma pelo programa de pós graduação em fitotecnia/ produção vegetal ainda pela UFLA em parceria com a Universidade de Angers - França. Membro do Núcleo de Pesquisa em Paisagismo e Floricultura (NEPAFLOR) pela UFLA e da Unidade Mixta de Pesquisa Espaço e Sociedade (ESO ANGERS - UMR 6590 CNRS).
Lila Carneiro

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (1979), mestrado em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (1998) e doutorado em Modernidad e Contemporaneidad en la arquitectura - Universidad de Valladlid (2002). Atualmente é professora adjunto III da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

 

Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em História da Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: Urbanismo-Patrimônio, Histórico - Arquitetura, Habitação, Ensino de Arquitetura, Cidade , Ecologia e Meio Ambiente.

Outros Colaboradores e Parceiros

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